domingo, maio 17, 2009


Ainda do "baú"

09/02/2009
E é para coroar uma casa que a luz encontra teu dorso em celebração. Desce (a luz) como um barco solto e desvairado rio abaixo nos entremeios das poucas linhas que desenham suspiros, dos meandros de dos teus rios que aglomeram desejos fugidios. Não há cumprimento congelado que não tropece o olhar no mantra desvalido que se recria no teu busto; vai o apreço, como uma gota que salta. E assim segue o olhar... vertiginoso na cadência intermitente que se faz imagem, que se tem querer... Como uma ânsia por ter... Um pedido de colo, no teu colo. Como quando o amor se realiza no abraço humano, é que tudo se inclina às nuances que atravessam teu pescoço com um toque doce e desce o tórax com um véu que se planta sobre o peito; sobre o teu seio. E se debruça em realização qualquer, a vontade em ti morar. De tatuar... De no teu colo deitar